“O remédio está no prato”, afirma professora de culinária natural

A culinária natural usa de elementos naturais, ou seja, que não vão causar danos à saúde e que pode ajudar na cura de doenças. A professora de culinária natural, Nitya Silva, explica que dentro dessa categoria de natural, existem vários outros tipos como: tradicional, vegetariana, de crudívora (crus) e macrobiótica (que já curou muitas pessoas, até de câncer). Quando bem feita, para ela, a culinária natural é saborosa e existem temperos específicos que dão o toque final.

Ela pensa que se uma pessoa come bem e organicamente não tem por que ela ficar doente, a não ser por questões psicológicas. “As pessoas vivem comendo errado”. Entre os maiores deslizes que as pessoas em geral cometem com a alimentação são as combinações erradas e as dietas mirabolantes de 1 ou 2 dias. Esse tipo de culinária condena a carne vermelha, retirada dos animais, alegando que esta faz mal a saúde. São duas as grandes alternativas para a carne vermelha, no caso, a carne vegetal do glúten e da soja.


Legumes ao forno, pão integral com temperos diversos, chá pache, batatas gratinadas ao forno e uso de sementes e ervas secas estão entre os pratos ensinados por Nitya, no Curso de Culinária Natural, Vegetariana e Vegana. Ela dá esse curso a mais de 40 anos e afirma que as pessoas sempre vão atrás. Para saber mais sobre os cursos, clique aqui.

O custo do natural

“Infelizmente, os produtos naturais, mesmo sendo naturais, são mais caros sim”, afirma Nitya. Ainda sim, existem alguns estabelecimentos que vendem mais em conta. Ela sugere que as pessoas façam uma pesquisa de preços e usem técnicas de congelamento de alimentos.

Mesmo assim, os valores não assustam Eliane Gajardone, professora de dança. Ela é vegetariana há mais de vinte anos após ter tido um insight de que, para ela, o frango que estava comendo se assemelhava ao cachorrinho de sua avô e que era o mesmo que estar comendo um corpo, um cadáver. Ela afirma que sempre gostou dos animais e sente-se mal pelo fato de outras pessoas não serem veganas também. Para ela, a própria carne bovina consegue ser mais cara que os pratos que ela faz em casa, totalmente naturais.



Quem é vegano e vegetariano?

Geralmente, são pessoas que já ficaram doentes e foram obrigados a ter esse tipo de alimentação e aquelas que têm alergia alimentar, explica Nitya.

Eliane pretende se tornar vegana e apoia totalmente os produtos naturais. “Eu acho que o futuro é vegano, se trata apenas de incorporar isso à cultura e a indústria passar a apoiar. Em outros países isso já está bem mais desenvolvido”. Ela alega ter ouvido de nutricionistas veganos que não existe uma suposta falta de nutrientes na dieta vegana, pois a própria indústria se encarrega de trazer todos os ingredientes necessários para o corpo.

 

Sobre a autora Thaís Betat

Thaís Betat escreveu 50 post neste site.

Jornalista, estudante de pós graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, criadora e escritora do site: http://www.thaisbetat.com

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