Aplicativo Happn ajuda casal a se conhecer

Atualmente, a tecnologia não só tem feito parte do dia a dia das pessoas como também tem contribuído nos relacionamentos amorosos. É o caso de Ana, 24, e Luís, 23*, que depois de se conheceram por meio do aplicativo gratuito, Happn, se tornaram inseparáveis. O casal oficializou o namoro nas redes sociais em fevereiro de 2016 e permanecem firmes e fortes no compromisso.

Os dois gostam da tecnologia e tinham amigos que os encorajaram a usar os aplicativos de paquera. Eles já utilizaram redes sociais e aplicativos como Facebook, Tinder, Orkut e MSN para fazer amizade e atrair, talvez, um relacionamento. “Hoje em dia com o nosso cotidiano cada vez mais atarefado é indispensável viver sem a tecnologia em qualquer setor da vida, inclusive nos relacionamentos”, afirma Ana.



Mesmo que, a princípio, a história de amor deles não tivesse começado com a intenção real de namoro, após a inscrição e preenchimento do perfil no Happn, o destino se encarregou do resto. Este aplicativo de paquera basicamente mostra as pessoas que cruzaram seu caminho, assim, é possível dar “like” (curtir) os possíveis crushes e iniciar uma conversa. Também são sugeridos passeios para os encontros.

“Se você ficou a fim daquela garota que viu no elevador na academia, este app pode ser um jeito bem conveniente de começar uma conversa.” Mashable, junho de 2015, alega a descrição do aplicativo na PlayStore.

A experiência como um todo foi bem elogiada pelo casal, que além de ter feito amigos por meio da tecnologia, também encontraram o amor. Luís aponta que Ana foi quem deu o primeiro passo após o “match” (quando os dois deram like nos perfis um do outro). “Achei muito boa a atitude dela de vir falar primeiro comigo, isso mostra que não só o homem precisa dar o primeiro passo, mas a mulher também!”, conta ele.

“Toda vez que eu saía do estágio, pegava sempre o mesmo ônibus e passava pela casa dela sempre, mas às vezes temos vergonha e não sabemos se a outra pessoa está realmente interessada”, conta Luís. Ana conta que os dois moram na mesma cidade, frequentam as mesmas festas e restaurantes, só ainda não tinham conversado.

“A gente conversou por duas semanas, e então, vimos que tínhamos gostos em comum, que moravamos perto e nos demos muito bem, daí resolvemos sair para jantar. Pelas informações dele no perfil, vi que era alguém inteligente e carismático, características que eu valorizo muito em qualquer pessoa. Ademais, o aplicativo facilita muito, te dando uma noção sobre quem é a pessoa antes de conversar, para saber se ela tem chance de se tornar seu amigo”, explica ela.
Tinder vs Happn

Outro aplicativo mais conhecido para namoro é o Tinder, com mais de dois milhões de comentários pela PlayStore, tem certa fama estabelecida no Brasil. Enquanto que o Happn tem, apenas, cerca de 709 mil comentários. E até o momento da publicação desta matéria, as notas dadas pelos usuários foram 4,5 e 3,9 para o Happn e Tinder, respectivamente.

“A questão da localização me fez me interessar muito mais pelo Happn do que pelo Tinder. O raio é muito menor e realmente tem chance de ver a pessoa de novo no mesmo lugar e horário”, conta Luís.

“Na época em que conheci meu atual namorado, eu tinha o Tinder mas achei ele mais direcionado para um lado mais intenso (digamos assim) e logo desinstalei”, conta Ana. “Eu usava o Tinder com frequência, mas faltava alguma coisa, que o Happn acabou me satisfazendo depois”, diz ele.

Para um relacionamento amoroso, Luís indica o Happn por causa do envolvimento, de poder realmente encontrar a pessoa em seu caminho diário.

*Nomes fictícios para preservar a privacidade das fontes, a pedido destas.

Sobre a autora Thaís Betat

Thaís Betat escreveu 55 post neste site.

Jornalista, estudante de pós graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, criadora e escritora do site: http://www.thaisbetat.com

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